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domingo, 28 de novembro de 2010

Ela Dorme, Eu Acordo (Ela Acorda, eu Durmo)

Acordo cedo.
E me desloco para correr na praçinha.
Libero toda endorfina em algumas voltas.
Passo na padaria e peço o de nunca (pão na chapa com café preto sem açúcar).
Volto para casa. E ela ainda dorme.
Observo-a toda borrada de maquiagem da noite passada.
Para identifica-la como uma panda só é preciso trocar a cama em questão pelo habitat natural.
E seus cabelos tão rebeldes têm um charme especial quando despenteadassos.
Aliás, maldito coberto que aquece e regula os traços perigosos das suas curvas... Como às vezes sussurrava baixinho no ouvidinho dela: “ Mais perigosas que as ondas de Honolulu...”

Ligo o rádio para ouvir a CBN (afinal sou maloqueiro-tabajara inquieto, mas mezzo nerd caladão também) enquanto tomo coragem para preparar mais um coffee. Na sintonia rola Mitsubishi FM. Estava ecoando o finalzin da canção “ Do Leme ao Pontal” do mestre Tim.

Saio do quarto. E logo volto com uma garrafa térmica embaixo do braço e duas canecas nas mãos.

A dela totalmente vazia.
A minha quase cheia.

Volto a deitar junto dela e encosto na sua bunda.
O que me fez lembrar da vez que ela disse:
- Você gostou da minha bunda, hein?

Eu acredito que não disse nada, mas pensei sobre todas as possibilidades de devoção. E Pensei até no livro (e filme) “O Cheiro do Ralo” do mestre Mutarelli.

Fato que as bochechas da bunda dela têm o mesmo efeito e poder que o melhor time de futebol do século passado: cessar uma guerra.

Lembrei de uma gíria muito tosca para bunda.
“Zé do broquinha.”
Incrível como consigo rir dos meus pensamentos.

Olho para a escrivaninha do lado do monitor morto e percebo a ilustre presença de um final de um delicioso baurete (ópio de pobre).

Obviamente o fumo.
Pois, posso ser tudo menos bobo.
Baurete fumado e senti o efeeeeeito.

Penso em acordá-la, mas ela dorme como se fosse um solzinho repousando.
Toda radiante com o dedo médio na boca (isso é piada, ela não estava assim).

Eis que tive uma idéia suja e deliciosa.
Deitei por cima dela segurando meu peso pluma (leia-se magreza) com as vértebras.
Beijei sua testa (é a nossa senha de sinal) num ritual que é só nosso.
Sussuro algo no seu ouvido.
O quê?
Algo impublicável (segundo a Edições Ideal).

Desescalo seu monte.
Desço sorrateiramente como uma jibóia negra, beijando e lambendo cada poro.
Até colidir com a chave do mundo.
Meus lábios encontram os dela.
E beijo e sugo sua boceta.
E tudo se desenvolve a partir do deslizar da minha língua.

Durante os trabalhos de carícia penso na teoria de que o pau nunca resolve tudo sozinho.

Ela demonstra o sono estremecer.
Sinto sua respiração acelerar.
Ela franze a testa.

Conforme o entra-e-sai, vai-e-vem, breath-in, breath-out...
Ouço seus gemidos contrastando com o ritmo que imponho.

Mordisco, lambo rápido, lambo devagar e chupo para frisar seu gosto entre as coxas em minha boca.

As estações parecem alternar a cada movimento.
“ Malibu” do Hole como trilha de fundo.
Mergulho cada vez mais na lagoa azul que começa à ficar cada vez mais molhada como o portal de um novo mundo.

Mais gemidos ditam a sinfonia de pequenas explosões sintonizadas com o ápice do que ocorre.

Eu penso que consigo interpretar o que ela pensa.
Mesmo de olhos fechados.


Depois de algum tempo um gêiser é edificada com um de seus berros. E ela expira, como num gesto de alívio...

Ela acorda. Eu durmo.




escrito por: Eduardo Boqaa ( http://www.fotolog.com.br/umanacaodemaos )

terça-feira, 7 de setembro de 2010

No provador

Pegou a amiga pelos cabelos dentro do provador. A loja em polvorosa e as duas se pegando dentro da cabine.

Uma amiga puxou a outra pra mais perto, as duas suavam frio...os seios pela blusa ja demonstravam excitacao...ela quis sentir de perto...

Dentro do provador, ela deixava a mao da amiga entrar por dentro de sua blusa. Suas linguas degladiavam fora das bocas...elas ja nao se importavam com a correria do Natal nem os passantes querendo usar o Provador.

Com a pele clara, longos cabelos chocolate, a morena gemia baixinho enquanto a amiga passava as mãos em seus seios empinadinhos.

COMIA a amiga com os dedos. "Loirinha Safada", ouviu da bela morena que beijava e lambia.

A loirinha, arrepiada, gemia baixinho para que o usuário do provador ao lado não as ouvissem.

A morena ajoelhou, beijou sua barriguinha. Afastou as pernas da loirinha e enfiou a lingua dentre seus lábios grossos e úmidos. A loira estremeceu.

Ela assistia de cima a amiga passando a lingua dentro da bucetinha e a tocando com os dedos bem no fundo. Sabia bem o que fazia.

A loirinha puxou a morena de volta logo depois do gozo e insistiu em fazer a amiga gozar. Não, disse a morena. Hoje é sua vez.

Deixou a amiga suada dentro da cabine e saiu...sentindo seu cheiro nas mãos.


aquela barba...

Estava deitada. Calor. Brisa morna. A única coisa que havia cobrindo meu corpo era um lençol.

Ele entrou no quarto, puxou meu lençol devagarzinho, me beijando no pescoço, me tocando bem levinho, me arrepiou inteira.

Massageou minhas costas, assoprando meu pescoço...me arrepiando mais...tocou minhas nádegas, beijou com cuidado....tocou meus pés...

abriu com delicadeza meu bumbum, beijou o centro, descendo, chegou ate o cuzinho...me excitou todinha...quando já molhada...

puxou meus quadris em sua direção, afastou as minhas pernas e beijou minha bucetinha...como louco....beijos quentes, molhados...

com uma das mãos tocava o grelinho, com carinho, leveza...e me deixava louca de vontade!

eu nao via a hora de virar e beija-lo na boca....tocar aquele pau gostoso, molhar ele no meu mel...

tentei virar, mas ele nao deixou. continuava me chupando, mais, mais...enfiava a lingua bem na bucetinha...depois circulava por toda ela...

Comecei a sentir ela latejando...molhada...o rosto dele embebido do meu mel, me acariciando, no meio das minhas pernas... Gemia de tesão...sentindo a lingua dele dentro de mim...

a barba roçando na minha coxa, nos labios...

me segura pelos quadris com força...começo a sentir seu rosto pressionando minha bucetinha.

Parou. "Tá gostando, safada?"

Gemendo, respondi: "demais. não para."

"Deliciosa..quero ver você gozar gostoso."

"Então enfia essa pica gostosa dentro de mim, enfia..passa ele na minha bucetinha, pega meu mel."

Ele negou. voltou a roçar a barba na minha bundinha até encontrar o meio de minhas coxas de novo. Ficava roçando a barba nas coxas, num movimento de vai-vem...

Não aguentava mais de tesão. Ele sabia exatamente como fazer gostoso. "Quer uma surra de pau, quer?"
"Quero sentir você todinho dentro de mim. Me dá essa pica, dá...", respondi.- ele só roçava a barba...

-Ai! - me deu um tapa na bundinha, bem gostoso. Senti seu pau roçando por ela, molhadinho...quente...até escorregar pra bucetinha.

e ele enfiou gostoso.


Com força, socava. Eu podia sentir a força das bolas tentando entrar. sentia a pica dele todinha dentro de mim.

"É isso que você quer, é, minha putinha? Se é isso, rebola gostoso pra mim, rebola."

Rebolei naquele pau gostoso, ele me batia com força, deixava minha bundinha toda ardida. Gemia, suada, todinha arrepiada.

Adorava sentir aquele pau latejando dentro de mim. "Não pára". Continuava, mais forte.

Massageava meu clitoris, de um jeitinho que só ele consegue fazer. Estava a ponto de gozar.

Comecei a gemer mais alto, jogava meu corpo pra frente, quase encostando os seios no colchão. Ele me puxava pelos cabelos pra cima.

Cada vez que eu gemia mais alto, tomava outro tapa. "Minha putinha vai gozar agora, é? Não vai não, vai gozar comigo."

Aumentando o ritmo, era a vez dele de gemer, estava perto de gozar. Eu abria a fechava a bucetinha, apertando o pau, ele gemia mais.

Gozamos, então, juntos. Caimos no colchão, nos abraçando...exaustos.


No escritório

Levei-o até a sala, abri seu ziper, tirei pra fora e cai de boca. Segurei a base bem firme. lambi a cabecinha...senti o cheiro daquele pau gostoso, macio, rosadinho...Salivei gostoso antes de abocanhar de vez.

Enfiei todinho na boca, até a garganta. Ele gemia...bem devagarzinho, enfiava e tirava ele todinho da boca, movimentando com uma mão. a outra massageava o saco.

Aumentava o ritmo, deixando ele cada vez mais excitado. Ele pegava minha cabeça e apertava contra seu pau, gemendo cada vez mais alto.

Ouvi dele, vindo de lá de cima: "abaixa a calça, quero sentir você."

Levantei, abri o ziper e abaixei o tronco, pra ajudá-lo a penetrar. Ele puxou meus quadris, passou o pau na bucetinha e socou com força!

Gritei de dor e prazer. Ele urrava. Tinhamos medo de sermos pegos, o chefe não estava lá, mas haviam outros funcionário
s.

Instigada pelo medo, comecei a rebolar enquanto ele socava o pau dentro de mim. Gozei logo em seguida, as pernas ficaram bambas.

Foi um orgasmo rápido e gostoso. Relaxei. Enquanto sentia ele latejando, pulsando, duro, a ponto de bala, urrando de prazer.

Então ele tirou o pau e gozou na minha bundinha, bem gostoso, espalhando tudo.



...ainda bem que na empresa tem vestiário com chuveiro.

Viagem

Dirigiu o caminho todo sentindo os dedos dele percorrendo o meio de suas belas coxas. Soltava gritinhos, leves gemidos de tesao...
Acelerava demais em algumas ocasioes. Ele e beijava nos intervalos. Aguardou com o pau durissimo.
Mal cabia dentro da roupa seu tesao. Por ela, pararia o carro e transariam ao por do sol, naquela bela tarde.

Beijou-a de um jeito que nao tinha como não umedecer. Fechou as pernas com força, desejando que ele enfiasse.

O rapaz sentiu-se convidado á sentir seu corpo. Devagar, beijava o pescoço dela, mordiscou de leve a orelha, arrepiou-a. Estacionou. Depilada e umida, ela puxava a camisa dele pra cima, queria arrancá-la. Tinha pressa em senti-lo.

Deixou que sua camisa fosse tirada.O clima quente fazia-o suar. O pau ficava cada vez mais duro com os gemidos dela. Abriu o ziper de sua calça. lambeu os labios, imaginando o pau ainda nao tocado dentro da sua boca.

O rapaz buscava a bucetinha por trás. enfiou dois dedos com força, estava duro.
Ela gemeu ainda mais alto, ele tirou o pau de dentro da cueca, boxer, branquinha. Ela lambeu de baixo pra cima, cuspiu na cabeça e abocanhou.

Sentia seu gozo muito proximo: breve pôr do sol, dentro do carro, nus, estacionado na rua, onibus e pessoas passavam. Adorava o perigo.

Ele segurou seus cabelos e pressionou sua cabeça com força contra seu pau. Ela engoliu inteiro.

Sentia o pau dele na garganta, fazia movimentos ainda mais intensos. Ele gemia. Adorava que fizessem isso.

O movimento da rua e o barulho dos carros o deixavam louco. Se concentrava naquela cabecinha sugando seu pau todinho. Ela gemia com o pau dele dentro da boca.

Seus jatos de prazer entraram garganta adentro. Ela engoliu com gosto. Gozou logo depois.


Renascer

Estava há tempos em jejum.

Não sabia mais o que eram os odores, sabores e sons sexuais. Andava na velha frase: coxinha vira comida.

Estava tão afoita que naquela noite atirou pra todos os lados. Bebeu, tomou coragem e arrancou a vergonha do corpo: ela ia transar!
Como alguém tão experiente ousava ficar tão distante dessa arte? Não se conformava!

Uma coisa era fato: estava disposta a experimentar de novo, como se não estivesse se afastado. Homens, mulheres? Tanto fazia. Sua única preocupação era sentir prazer.

Balada hetero, muita bebida, amigos. Amigos? Hoje não era interessante amigos. Havia saído pra caçar. Se sentia uma vampira á procura de sangue. Vítimas? todas...

a noite havia começado bem: olhares, puxões no braço de belos rapazes, enfim, um inferninho perfeito. Mas faltava o principal: a pegação.

Encontrou um bêbado a fim. Depois de certa enrolação, era hora de partir pra outra caça, pois não ia levar marmita fria pra casa.

Certa hora da noite, era hora de garantir o café da manhã. Havia observado um rapaz forte, másculo, de olhos verdes a noite toda. E ele sempre entre amigos. Não chegara em ninguém. Era hora de tomar a atitude então? Seria ele sua presa?

Dançar perto dele não adiantara. Perguntar aos amigos, também não. Resolveu ir até ele.

Muito bem recebida ela foi. Se atracaram ali mesmo, na frente de amigos. O beijo era bom, já dava pra começar. Na parede em que ele a encostara, ela sentia nas nádegas o frio pelo vestido levantado. Estava decidido o café da manhã.

Ele, de ombros largos, deixara a chave do carro com os amigos, topou sair de lá com ela. Levaram algumas pessoas embora e foram se divertir. Na casa dele não houve tempo pra subir as escadas, apenas gemidos foram ouvidos. Ela teve todos os seus sentidos e buracos invadidos.
"- Enfia essa rola dentro de mim, vai!"
e o rapaz obedecia.
"- Rebola gostoso no meu pau...ai delícia esse cuzinho!" - e ela gemia.
Enfim, terminou o gozo toda cheia de seu esperma no rosto, seios e boca...maravilhada.

Insaciável, botou-se a chupá-lo como se fosse uma fruta: mais um gozo se aproximava. Botou-o todo na boca e deixava que ele fizesse o movimento pélvico, modéstia a parte, muito profissional do rapaz. Não demorou a fazer a alegria do moço: seus dedos, que estavam dentro dela não foram diferentes: mais um orgasmo marcado.

Placar: 2x2.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

O orifício proibido

sentia seu cheiro abracada a camisa dele...todas as noites, sonhava com suas maos passeando pelo seu corpo como se......quisesse ser apenas um.
Levantou da cama, saiu descalça, caminhando pela casa. Trajava um leve tecido sobre o corpo.

Ainda tonta, abriu a geladeira, pegou a primeira lata que viu, abriu e bebericou.
Foi até a sala, pegou o retrato na mão. Deu mais um gole. Sentou no sofá, colocou o retrato e a lata em cima da mesa. Abriu as pernas. levou a mao direita até o pubis e se tocou. A esquerda massageava seus seios, enquanto seus dedos desciam pelo clítoris.

Olhava enfeitiçada para a foto, como se fizesse uma homenagem a ele. apertava seus orgaos com força, separava cada vez mais as pernas.

Sentia a si mesma molhar. Imaginava seu homem pegando com força...



Enfiava 3 dedos duma vez, sentindo o calor do seu corpo, rebolava levemente, buscando seu prazer.

Buscou o orificio proibido, acariciou-o. Como se nao bastasse, com ares de dor, enfiou o segundo dedo, abrindo para o terceiro entrar. Urrou de dor.

Enfiava e tirava seus dedos como se ja estivesse lubrificada, sentia a dor que tanto gostava, nas vezes em que Ricardo a fazia feliz, puxando suas ancas pra si, enfiando todo o pênis ate que ela pudesse sentir o saco batendo na vagina. Batia com força dentro dela, sentindo a invasão e o ardor que provocava. "enfia mais", ela pensava. Gritava, misto de dor e prazer. Gritava mais, doía mais...

Ficou nesse movimento de entra e sai, entra e sai, gemendo, acariciando os proprios seios com a mão e a língua ate que suas pernas começaram a tremer.

Seu corpo todo se arrepiou, estremeceu durante alguns segundos e ela soltou um gostoso grito.


Enfim, gozara.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Como ela gosta

Pela qualidade, faço menção a um blog com o mesmo objetivo do meu. Parabéns, Doutor Fritz.


De quatro ela se põe

Com seios, encostada

Na cama, arrebitada

De desejo, molhada

Na ânsia de senti-lo

Com ardor, firme

Pele na pele

Arrepiada e quente

Ela quer mais, quer

Sentir tudo e todo

Multiplicar o gozo

Inundar o fosso

Pleno prazer fêmeo




Leia mais aqui: http://contosdofritz.blogs.sapo.pt/

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Traições - Como Não ser Descoberto

Tudo começou essa tarde, no Twitter (Siga @eroticoscontos). Resolvi produzir um manual didático sobre como não deixar pistas. A primeira dica é: Fique atento aos detalhes.
Porquê escrevi esse manual? Não, eu não traio. Mas já cansei de descobrir traições.

1 - Saia com o carro do parceiro(aqui chamado de filial). Se o mesmo também for comprometido, use o carro de quem estiver mais longe de casa. Quando não tiver jeito, use fita isolante pra alterar a placa do veículo. Por exemplo: V vira N, 9 pode ser 8 etc. Cuidado com detalhes de batidas, arranhões e personalizações no veículo, isso pode deixar claro que realmente era você.

2 - NÃO troque mensagens de celular. No máximo mantenha um chip exclusivo escondido entre a capa e a bateria dele pra você mandar e receber torpedos.Salve na memória do Chip. Se ainda insistir nas mensagens SMS, observe com cuidado pra quem vai enviar. Tenha certeza de que não vão cair em mãos erradas.

3 - Orkut, MSN e demais redes sociais só contribuem para que você seja pego. EVITE.

4 - Não se esqueça que fotos e vídeos são comprometedores. Eles podem cair em mãos erradas.


5 - Navegadores de Internet tem histórico e podem ser apagados. Celulares pós pagos tem extrato de ligações.

6 -
Finais de semana são para a Matriz - namorada(o), esposa(o) etc. Não para sair com as filiais.

7 -
Falta de desejo sexual exacerbado é sinal de que você está interessado em demais coisas. Foda como sempre fez.

8 -
Brincos, anéis, colares e demais adereços devem ser observados. Marcam e fica claro que você estava com outro(a). TODOS os detalhes devem ser observados. Estado da roupa, cabelo, botões. Ou você apareceria de braguilha aberta?

9 -
O hálito não pode estar tão fresco se você "trabalhou" até tarde e foi direto ao encontro da Matriz. No máximo você chupou uma bala enquanto terminava o serviço. Se jogou futebol, preocupe-se com uniforme e meias sujas.

10 -
Copos na pia não existem se você mora sozinho. No máximo, um. Preste atenção no lixo também.

11 - Se você não fuma e o amante(filial) sim, cuidado. Cheiro de cigarro e bitucas são marcadores de território.

12 - Nunca, mas nunca deixe de atender a matriz e retorne algum tempo depois de um local silencioso. É ÓBVIO.

13 -
Ao sair com a filial, tenha sempre dinheiro vivo. Nada de cartões de crédito ou débito, eles vão dedurar você.

14 - Se aparecer em publico com a filial, tenha certeza de que suas roupas são sóbrias, se possível, use oculos escuros. Tenha a CERTEZA de que nenhum parente, amigo ou infeliz conhecido da Matriz frequenta o local escolhido.

15 - Marque encontros sempre em dias e horários alternados. Toda sexta feira hora extra na empresa não cola. Se a desculpa for qualquer tipo de encontro com os amigos, se certifique de avisar todos eles. Não caia em contradição. Pense muito bem no que dizer, como e memorize. Arranje um álibi, se a desculpa for futebol, leve as chuteiras com você. Se for happy hour, chegue com hálito de cerveja, não de sexo. Se foi hora extra, comprovante de McDonalds.

Homens, NUNCA, mas NUNCA, marquem com a Matriz e desmarquem pra ficar com a filial.



sábado, 17 de outubro de 2009

Sodomia

Comeu-a ate o pau escorrer. Assim, sem trocar a posicao, segurando as ancas com as mãos, sentindo suas coxas roçarem , vendo a cara dela de dor e prazer.
Sentiu vontade de bater-lhe no rosto, mas as mãos ocupadas estavam. Pensou em cuspir-lhe. Teve medo, pois ela podia não gostar.
Enfim, comeu-a assim mesmo. Não se preocupou em tirar antes. Deixou escorrer dentro dela. Limpou nas coxas.

Largou uma das mãos a fim de que ela encostasse o pé no chao. Abaixou a saia dela como se fosse obrigacao. Entrou no banheiro, esperando que ela se retirasse.
Ao sair, deparou-se com ela. Fez menção de que se retirasse, apontando pra porta. A moça questionou seu pedido.
Sem mais, ele abriu a porta e pediu pra que fosse embora. A calcinha ficou jogada no chão. Ele pisava em cima pra que ela não pegasse.

Sentou na cama, encheu o copo e bebeu um pouco mais. Precisava ficar sozinho.
Seus pensamentos ecoavam. Bebeu como se fosse água. Encheu mais um copo, dessa vez, querendo saborear o drink.

Sentiu-se solitário de novo. Bebeu mais um pouco. pensou em ligar o rádio. Não, o que ia adiantar?

Por fim, resolveu descer as escadas e procurá-la. e o fez.

A moça se encontrava sentada no bar, com o mesmo aspecto com o qual ele a deixara: cabelos bagunçados, saia amarrotada, lindos sapatos marrons amarrados na perna. sentou ao seu lado: -um drink? Ofereceu.
Beberam ate amanhecer. Convidou-a pra subir, mas a moça teve medo.

Sabia que ela nao tinha pra onde ir, senão aquele pulgueiro onde dormia. Entao, pediu desculpas pelo seu comportamento medíocre. Sem maiores explicações.

Levou-a ao quarto, arrancou-lhe a roupa, bêbado mais que um porco, babava em sua boca e pescoço, roçava a barba por fazer, pegava-a sem carinho. Mas, não funcionava mais, seu pau não subia. Ela bem que se esforçou. chupou, chupou. Nada.
Um tapa na cara e ela caiu no chao. Sentiu a boca doer, levou a mão ao rosto.

Repetiu o ritual de entrar no banheiro. Ligou o chuveiro. Debaixo dele, refletiu. Não era culpa dela. Esperava-a não a encontrar mais, mas ainda assim querendo outra chance. Enfim, abriu a porta, saindo junto com o vapor de seu banho, apenas de toalha. Ela estava lá, sentada, com as pernas cruzadas, como se nada tivesse acontecido. Deu-lhe um beijo estalado e pediu que ela tomasse um banho.

Ele se deitou, dormiu. Quando acordou, havia num pedaço de papel: volto essa noite.

Então ele sentou na cama e pôs-se a se masturbar.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Elevador

Era madrugada, voltávamos da balada. Ele estacionou na frente do prédio.

Demos um delicioso beijo. Abri a porta pra descer do carro, nesse momento, ele fazia o mesmo.

Subimos as escadas da portaria de mãos dadas, cumprimentamos o porteiro e apertamos o botão do elevador. Morava no 15º andar. Ficamos nos beijando enquanto o elevador chegava.

Fomos entrando, abraçados. A bebida ainda fazia efeito, estava um pouco tonta, meu corpo estava quente. Ele me beijava lentamente e descia devagar no meu pescoço.

Senti seu membro rígido dentro da calça. Já pulsava constante. Passei a mão nele por fora da calça a fim de senti-lo. Estava pronto para mim.

Me ajoelhei, abri o zíper de sua calça , tirei-o para fora e comecei a beijá-lo lentamente, bem gostoso. Passava a língua de baixo pra cima e ele me olhava com o jeito mais entregue do mundo.

Me levantei e pus o elevador pra descer novamente, numa tentativa de ganhar tempo. Por sorte, não havia parado em nenhum andar.

Voltei ao seu membro, quente, úmido. Queria senti-lo pulsando dentro da minha boca. O Beijava com volúpia,trazia-o pra dentro da minha boca com velocidade e expelia sentindo seu gosto.

Por fim, me levantei, abaixei a calça até a coxa e pedi: Enfia!

Então ele pegou o membro, esfregou com força nas minhas nadegas, colocou a mao dentre as mesmas e afastou com volúpia, colocando o penis em riste quase que encaixado onde deveria estar. Me inclinei mais um pouco e olhei pra trás, via o rosto excitado dele, hipnotizado, louco de desejo.

Puxei-o pra mim, com uma das mãos na sua coxa e a outra no espelho do elevador.Ficamos alguns minutos nos deliciando com aquele entra e sai instintivo, ofegantes de tanta loucura.

O elevador parado no meu andar, nós dois totalmente suados e quase nus, de costas pra porta, só o espelho podia me revelar se havia alguém observando. Honestamente, a única coisa que me interessava era senti-lo dentro de mim.

Ele gemeu e soltou um gozo gostoso, senti-o escorregando dentro de mim. Imediatamente me virei, abaixei e lambi todo o seu mel. Delícia.

Dentro de mim escorria um pouco do nosso desejo.

Beijei sua boca docemente, enquanto me recompunha.

Peguei a bolsa, jogada no chão mais cedo. Saí do elevador. Ele ainda estava cambaleante.

Tirei a chave de dentro da bolsa e abri a porta. Dei-lhe outro doce beijo, entrei e disse-lhe tchau, sem dar a oportunidade de me dizer algo.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Ela...

Eu e mais dois amigos, Paulinha e Arthur íamos tomar vinho, jantar juntos e, quem sabe, ver um filme. Encontramos-nos, começamos a preparar o jantar, colocamos a lasanha no forno e fomos bebendo vinho. Sentamos na cama, ligamos a TV e ele colocou um filme para que assistíssemos.
Por fim, deitei. A Paulinha também. O Arthur estava no meio das duas, esperando o filme começar. Sentei na cama pra tomar mais vinho e a Paulinha encostou a cabeça no colo dele. Vinho vai, filme vem, lasanha pronta e muita bebedeira. Pronto. Ficamos rindo várias horas. Resolvemos assistir outro filme, dessa vez um Pornô. O Arthur começou a pegar na minha coxa de uma forma diferente, me deu um leve beijo no pescoço, me arrepiei inteira. Extremamente doce nesse dia, a Paulinha tirou o casaco e ficou com uma blusinha bem grudada no corpo, só de alcinhas, que ressaltavam seus delicados seios. Ela começou a beijar o Arthur. Ele tirou a camisa. Seu corpo tatuado estava á mostra, o que sempre me excitou. Já transamos várias vezes, mas mantínhamos segredo. Ninguém sabia de nós. Aquele corpo gostoso e forte se esfregando nela, delicada, com seus pés e mãos pequeninas, corpo todo bem distribuído. Comecei a beijá-lo e ela passava a mão em mim e beijou meu pescoço. Virei para ela, beijei aquela boquinha macia e rosadinha com muito carinho, um beijo longo, digno de cinema. O Arthur, nessa altura, já tocava seu membro totalmente hipnotizado pela cena: Uma morena jambo, com longos cabelos negros e uma morena de pele clara, bem pequenina. Tirei a blusa dela e comecei a beijar seus seios. Que delicia, mordiscando de leve o biquinho, bem devagarzinho, sentindo o contorno com a língua e massageando o outro com a mão, bem devagar. Sempre quisera fazer em uma mulher do mesmo jeito que gostava que fizessem em mim. Sentia o doce olhar dela pra mim, excitada, quando comecei a puxar a calça dela pra baixo. Abri o zíper, beijando a barriguinha bem de leve, carinhosa, sentindo o contorno dos seus quadris e sua respiração ofegante. Senti a mão dele me puxando a blusa, tentando tirá-la. Por fim, fiquei somente de calça. Ainda tirando a calça dela, que vontade que estava de cair de boca. Puxei a calcinha pequenininha de lado, comecei beijando suas coxas, fiz –a tremer toda quando passei a língua bem no meio dos lábios, sentindo o gostinho dela, bem úmida. Abri de leve as pernas dela, fazendo o Arthur olhar. Comecei a chupar seu grelinho bem de leve e ela gemia baixinho. Ele beijava a boca dela e acariciava seus seios. Até que ela ficou de quatro, eu deitei na cama bem embaixo, continuando a beijá-la, enquanto ela o chupava. So pude constatar o quanto estava excitada com a situação quando ela puxou a minha calça,e, fazendo o Arthur apenas observar, arrancou minha calcinha com força e fizemos um 69 gostoso. Ela me beijava com força, mordendo de leve os lábios, enfiando bem a língua em mim, me fazendo gemer gostoso. Nessa hora ele esfregava o membro em meu rosto, eu tentava captar ele com a língua e colocá-lo todo dentro da boca, coisa que adoro fazer. Depois os dois me chupavam, cada um a seu tempo. Que delicia. Paulinha sentou na minha boca, estava gostando do carinho que recebia. Senti o membro do Arthur junto, tentando penetrá-la, bem em cima do meu rosto. De quatro de novo, fiquei bem embaixo e ele penetrando nela, bem gostoso. Separando sua bundinha com a mão. Ela me chupava e ele bombava com força, dando fortes tapas na bundinha. Paulinha gritava, até que ela gozou. Sentei bem gostoso naquela pica. Sentia a língua da Paulinha se deliciando na minha bunda e eu gemia enquanto rebolava, bem gostoso. Tomei vários tapas no rosto, me chamou de putinha, me mandava rebolar mais. Estava a ponto de gozar, ele também não agüentava. Rebolei com mais força e gozamos juntos. Quando deitei, a Paulinha veio por cima, me beijando gostoso, com um beijo quente, carinhoso, enquanto penetrava seus dedos em mim. Eis que surge um consolo, que ela mesma pegou da mão dele e penetrou em mim. Ele começou a fotografar e filmar nós duas juntas. Sentia os dedos dela empurrando ele mais pra dentro e puxando pra fora, de um jeito de quem sabia bem o que fazia. Até que eu não agüentei, gozei mais uma vez. Aquilo tudo estava excitante demais, era a primeira vez que tinha uma mulher comigo na cama. O Arthur, já louco, se masturbava de novo, apenas filmando com a outra mão. Peguei o Consolo, olhando firme pra ele, e coloquei com força na Paulinha. Meus dedos passeavam na sua bundinha e ele cada vez se masturbava com mais força. Ela gritava num misto de dor e desejo e eu estava excitada demais com a situação. Ficamos horas assim, tocando uma a outra, sentindo o gosto, o cheiro e muito prazer. O Arthur foi um coadjuvante na cena. Deitamos os três naquela cama macia e ali adormecemos. Acordei com os braços da Paulinha na minha cintura, de uma forma bem delicada e carinhosa. De manhã, ele preparou o café e tomamos, os três, num clima bem gostoso. Antes de ir embora, a Paulinha me abraçou bem gostoso, me beijou o pescoço com carinho, senti-me úmida de novo, mas não tínhamos mais tempo. Demos um longo e delicioso beijo e ela se foi. Após tudo isso, só a vi mais algumas vezes, mas nunca mais toquei nela como naquele dia. Ela ainda está nos meus sonhos.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Na loja de carros

A porta ainda entreaberta revelava a cena: chuva ainda rolando lá fora. Ambos faziam hora para deixar pra depois.

Ao dizer tchau, apagaram as luzes. Ainda em frente á porta, ela pegou a chave do carro dentre os seios, apertados dentro da blusa e mordeu os lábios, olhando fixamente pra ele.

Ele a agarrou pela cintura, tomou-a em seus braços, beijou-lhe a boca já com a mão debaixo da saia da moça. Puxou a sua blusa e a arrancou com volúpia.

Colocou-a em cima do carro. Afastando a calcinha, sentiu-a umida. Suspirou. Seu membro já pulava, quente, dentro da calça.

Tocava-a com os dedos. Ela sentiu sua lingua enrijecida, mas flexível.

Por vez, tirou seu membro já rígido de dentro da calça e a penetrou, com força.

Beijava-a, mordiscava os seios com a mesma velocidade com que a penetrava. Parecia um animal faminto.

Ela falava palavrões em seu ouvido.

Puxou-lhe os cabelos para trás, fazendo-a olhar para cima. Ela gemia.

Cravou as unhas nas costas dele. Em troca, mordeu seu pescoço com força. Ela rebolava.

Trouxe-o para mais perto, sentindo seu corpo encostar suado no dele.

Tomaram conta de que, apesar da chuva, a porta, aberta pra rua, revelava dois animais saciando seu desejo sem pudor.

Continuaram. Ela então encostou as costas no capô gelado do carro, se contorcendo até gozar.

Ele, em estado de extase, soltou seu gozo, aliviado, como se o desejo já tivesse sido um martírio.